
Todo lançamento da linha Sauvage balança muito o mundo da perfumaria. Campeão de vendas desde sua primeira aparição em 2015, campeão de elogios e muito desejado.
Mas em 2021 um lançamento assustou o mercado, seja pela composição inesperada em um sauvage, seja pelo preço inesperado em um perfume design.
Há quem diga que se o líquido “Elixir” viesse dentro de um frasco de perfume de nicho ninguém acharia estranho o preço.
Deixando a marca e o preço de lado e falando agora do perfume, temos uma construção que de cara se mostra misteriosa e um tanto desafiadora, ame ou odeie. A abertura começa especiada com demostração de força e calor da combinação de canela, noz- moscada e cardamomo, seguida por uma maciez da lavanda e uma sensação esfumaçada, que pode ser descrita por resinosa, por fim, temos uma base amadeirada e cremosa causada pelo sândalo e uma sensação herbal adocicada composta pela sinergia de patchuli, vetiver e alcaçuz.
Dotado de uma qualidade e naturalidade marcante, o Elixir dispensa o famoso e sintético ambroxan de seus irmãos mais velhos, para trazer uma sensação que flerta com as marcas de nicho e traz uma vibe que remete a perfumes vintage.
Mas é bom? Vale o preço?
Sim, é bom! Mas não vale o preço cobrado no Brasil. O frasco é menor que o comumente encontrado na linha e o preço é bem maior, lembre-se que estamos falando da Dior, mas ainda assim é considerado caro.
A sugestão é ficar de olho nos preços da Black Friday ou esperar aparecer os contratipos, caso você queira muito ter esse Elixir na coleção, mas prefira pagar 10x menos em um frasco com similaridade próxima.